Estudo de viabilidade de terreno: o roteiro e um exemplo pronto
Localização, restrição ambiental, lei do município, relevo e o que cabe no lote: o que entra no estudo, e o estudo já feito num terreno real.
O que entra num estudo de viabilidade de terreno
- Localização: acesso rodoviário, distância de energia, água, mão de obra na região e o que já existe em volta.
- Restrições: área de preservação permanente, unidade de conservação, terra indígena, embargo ambiental e processo minerário sobre o lote.
- Legislação: a zona do município e os seus números (ocupação, coeficiente, recuo, permeabilidade).
- Físico: área real do polígono, forma do lote e declividade.
- Produto: o que cabe — quantos m² de galpão, quantas docas, quantos MW de data center.
- Conta: custo de obra pela região e a receita de aluguel, com a TIR quando há preço do terreno.
O estudo pronto, num lote real
Aqui cada passo acima já vem medido. O test-fit desenha o galpão respeitando a lei e sai em PDF, planilha e apresentação; o laudo de data center diz quantos MW cabem e se a subestação aguenta.
Ver um estudo de galpão pronto Ver um laudo de data center (PDF)
O que o estudo não substitui
Sondagem do solo, levantamento topográfico, matrícula do imóvel e a consulta prévia na prefeitura. O estudo aqui é a triagem: diz em minutos se vale a pena gastar com esses passos, e em qual lote.
Perguntas frequentes
Quanto tempo leva um estudo de viabilidade de terreno?
A triagem aqui sai em minutos, porque os dados públicos já estão cruzados com o lote. Sondagem, topografia e consulta à prefeitura vêm depois, só no lote que passou na triagem.
O estudo serve para galpão e data center?
Sim. O test-fit desenha galpão logístico e condomínio; o laudo de data center calcula os MW de TI e confere a subestação.